
Nome:
Ir Zuleides Andrade
Idade: Anos Dourados
Niver: 08/05/1950
Adoro:
Deus e amo pessoas criativas e sinceras. Gosto de palavras cruzadas, bordadas,
desenhadas, inspiradas...
Evito:
pessoas arrogantes e barulhentas.
Meu lema: Ser um instrumento de amor e de paz.
Verbo: planejar.
Lugar: Brasil / Meu Jardim Virtual
Cidade: Curitiba.
Viajar de: Fibra ótica, pelo mundo online
/ patinete.
Felicidade: Silêncio e pensamentos lindos.
Sonho: Fazer a diferença na vida de algumas pessoas que Deus coloca
em meu caminho.
Melhor amigo(a): Deus e tantas outras pessoas queridas! Se eu nomear,
algumas vão ficar com ciúme.
Defeitos: iniciar muitos trabalhos, atender a muitas solicitações.
[Terça-feira, Agosto 30, 2005]
Clique na margaridinha!
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[Sábado, Agosto 20, 2005]
MELHOR LUGAR
PRECE
Clique na margaridinha!
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[Quarta-feira, Agosto 10, 2005]

APAGUE UMA VELINHA !
Clique na margaridinha!
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[Quarta-feira, Agosto 03, 2005]
OLÁ !
RECORDANDO
Acabei entrando para o Site da Rosemeire devido a umas palavras
bonitas que escrevi por ocasião do Dia dos Pais, em 2003.
Conforme disse ela: "Quem tem poesia publicada no Rosemeire´s
tem direito a páginas com Biografia e Entrevista".
É claro que não me considero nem nota 9. Depois de relutar um pouco,
enviei o que segue aqui.
Lamentamos o fato do Rosimeire´s, que depois passou
a chamar-se "Tempo de Viver" ter saido do ar.
Esperamos que seja por pouco tempo.
Repito aqui, um pouco de mim.
BIOGRAFIA
Sou uma "Andrade". Vim do Ceará, ainda menina, para o Sul do Brasil.
Em Curitiba, tive a curiosidade de conhecer e aprender palavras
de outros povos, e me formei em Letras Português- Inglês,
pela PUC do Rio Grande do Sul.
Apareceu a oportunidade de uma missão na América do Norte,
entre imigrantes, na maioria, portugueses.
Em cinco anos, ensinei e aprendi, misturando cultura,
sentimentos... Olhei minha Pátria, de longe, e voltei.
Retornando ao Brasil, fiz Especialização em Comunicação para a Pastoral
na Universidade do Vale do Rio dos Sinos, em São Leopoldo, RS,
e continuei trabalhando pelo "Triunfo do Coração de Jesus",
por quem me apaixonei, ainda na infância.
E pelas Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus,
minha segunda família.
Participei da elaboração de uma edição comemorativa
dos 100 anos das Apóstolas no Brasil. Desde a idéia inicial,
em julho de 96, até o lançamento da REVISTA, foram três anos
de muita pesquisa, redação, contatos, encontros...
Conheci profissionais competentes que, com entusiasmo e carinho,
deram muito de seu tempo e talento, para que a "MENINA Revista"
fosse entregue ao público, em setembro de 99,
revestida de seriedade e graça, nas cores deste País tropical.
É o nosso presente para o Brasil que, a 18 de setembro de 1900,
acolheu as primeiras Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus,
para plantar a "boa semente no coração do povo brasileiro".
Edito o boletim trimestral - Triunfo do Coração de Jesus,
dando continuidade a uma iniciativa da Fundadora do nosso Instituto,
Madre Clélia Merloni. O boletim foi editado pela primeira vez
no ano de 1900, deixou de circular por várias vezes
e ressurgiu em língua portuguesa, em 93.
A Internet foi um grande presente que recebi no final do século passado,
abrindo para mim, novos e amplos caminhos de comunicação.
O entusiasmo por esse meio aumenta quando meus recados
encontram eco. Aqui, fiz belas e grandes amizades.
Estou on line muitas horas ao dia e é um trabalho
que gosto de fazer, como integrante da
Equipe Central de dois Portais institucionais:
www.apostolas-pr.org.br
www.ciesc.org.br
ENTREVISTA
01- Como você se tornou um poeta ou escritor?
Embora tenha cursado Letras - Português/Inglês, mais por necessidade,
ainda não me considero escritora ou poeta, mas acredito que herdei um
pouco desta arte dos "Andrade." Sabendo que "a poesia volta nos anos
dourados", estarei mais atenta.
02-Quais as dificuldades que encontrou nesta profissão?
Falta de tempo para dormir mais e sonhar. São tantos trabalhos sérios
e diversos a serem realizados que sobra pouco tempo para um relax que
favoreça a criatividade. Os lampejos de inspiração acontecem a qualquer
momento, mas muitas vezes não tenho oportunidade de registrá-los...
ficam apenas como um sorriso agradecido de quem se deparou com um
pensamento novo.
Acredito que a amizade e o afeto, têm grande parte neste processo de
acolher pensamentos e sentimentos poéticos.
03-O que é mais gratificante na arte de escrever?
A forma silenciosa de comunicar, tocar o coração e fazer alguma
diferença na vida das pessoas. Gosto de cartas, embora sejam raras
atualmente. Tenho algumas guardadas e, de vez em quando dou
uma passada pelo meu "relicário de memórias."
Embora passe muito tempo digitando, ainda prefiro recados manuscritos
e em papel bonito, pois acredito que a letra revela muito e é como ter em
nossas mãos a pessoa que escreve para nós.
Mas vou continuar digitando, enquanto for possível, pela rapidez dos
contatos, pelas amizades, pelo estímulo a escrever, pela facilidade,
pelos ecos às minhas simples palavras.
04-Qual é o seu estilo literário?
Ainda não pensei nisso, mas poderíamos dizer: um pouco epistolar,
coloquial com Deus, com os amigos do Céu e da Terra.
Na juventude tinha uma certa preferência por literatura referente ao
assunto: "Cartas à sua Noiva" "Cartas à minha Mãe" "Cartas do
Deserto"... Um acolher as pessoas da forma como se apresentam
e estar atenta às oportunidades para dar recados da forma certa
e na hora certa. Embora, em alguns momentos de indignação
tenha até machucado algumas pessoas, penso ter acertado mais,
porque ao escrever a gente reconsidera as palavras.
05-Há algum poeta ou escritor que o influenciou?
Na adolescência fui apaixonada por músicos clássicos e não
por escritores. Mais tarde trabalhei como auxiliar em escolas de Arte.
Cursei Letras mais por necessidade e trabalhei mais com a língua
inglesa. Costumo escrever por necessidade, também.
Mas sempre gostei de brincar um pouco com as palavras. Na Rede,
algumas palavras minhas ganharam aceitação, estímulo e vida.
Posso dar crédito inicial à escritora e poeta Fátima Irene Pinto
e à Iraima Bagni. Depois vieram outras.
06-Que conselhos você daria para quem está iniciando a carreira literária?
Como estou iniciando, o conselho vale também para mim: Estejamos atentos
aos momentos belos de inspiração. Tenhamos sempre por perto onde fazer
anotações. Escrever é uma arte. É como colher flores em um jardim de idéias para compor um ramalhete e entregá-lo a alguém, com papel bonito e um laço de fita. Depois de anotar as idéias, juntar as frases é preciso ir escolhendo as melhores palavras e até cuidar um pouco do visual.
Fiz isso com o "Aconchego de Luz" que tem uma história bonita e dei como presente exclusivo de uso na Rede para o Laura´s Poesias, na Páscoa de 2003.
Que nossas palavras, na medida do possível, possam ser uma continuidade de nossas vivências.
07-Para escrever como vem sua inspiração? Depende do estado de espírito, da emoção do momento?
Difícil é escrever por encomenda e com urgência porque a criatividade é
um processo. Sempre tenho a preocupação com a utilidade do texto.
Se pelo menos uma palavra dele fizer eco na vida de alguém, valeu à pena
tê-lo escrito.
08-Qual foi o momento mais gratificante ao se tornar um poeta ou escritor?
Esse momento ainda não aconteceu, embora tenha participado de
algumas publicações, nos Estados Unidos e Brasil. Por ocasião do
centenário de presença das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus, no
Brasil, editamos uma revista comemorativa de 148 páginas, quase um
livro. Tivemos a alegria de chegar a um final feliz, depois de tantos
impasses.
09-É possível se sentir realizado como poeta ou escritor?
Creio que, afetivamente, sim. Mas é bom estar preparado para pétalas e
pedradas. Financeiramente, depende da qualidade do trabalho e da
oportunidades que aparecem.
10-Conte uma experiência agradável e outra desagradável em sua vida como poeta ou escritor.
Embora não me considere escritora ou poeta, foi agradável e gratificante
quando algumas cartas tiveram ressonância. Ultimamente, quando meus
recadinhos e preces tiveram eco e até foram chamados de poesia.
Desagradável, quando ouvi de uma pessoa bem conhecida o seguinte:
"Bonito aquele poema de Páscoa, de onde você copiou? Você não escreve
assim! Pensei que tivesse copiado de um lugar qualquer.
Lembrei então que, em um concurso regional, a referida pessoa entrou com
cinco "poemas" e nenhum foi classificado. Apresentei um - "Eu
Percebi..." que recebeu o terceiro lugar.
11- A partir de qual momento, você sentiu que gostaria de abraçar esta
arte literária?
Quando ouvi de um amigo, em um programa de rádio, a declaração: "A
poesia costuma voltar nos anos dourados."
por Ir. Zu * 5:51 PM